Com passagem pela presidência do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello contou que já recebeu propostas
Presidente do Flamengo de 2013 a 2018, Eduardo Bandeira de Mello ficou marcado pela reconstrução financeira do clube. Por isso, até rivais já tentaram a contratação do dirigente. No entanto, a paixão pelo Rubro-Negro domina o coração e impede a possibilidade de trabalhar em outro time.
“Já recebi sondagens de candidatos de Corinthians e Vasco. No meu caso, a paixão (pelo Flamengo) fala mais alto. Então, eu cortei essas investidas.”
🎙️ Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo.
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— Já recebi sondagens, posso até falar, pois foram públicas. Uma do Corinthians, outro do Vasco da Gama. De candidatos que estava postulando à presidência, mas eu não tenho nada contra rubro-negros que trabalham no Corinthians, no Vasco, no Palmeiras, nem que um corintiano trabalhe no Flamengo —, iniciou Eduardo Bandeira de Mello.
“Mas, no meu caso pessoal, a paixão fala mais alto. Cortei, publicamente, essas investidas. No meu caso, a paixão fala mais alto que o profissional”, acrescentou o ex-presidente do Flamengo, em entrevista aos canais ESPN, nesta segunda-feira (23).
COMO FOI O TRABALHO DE BANDEIRA DE MELLO NO FLAMENGO?
Bandeira de Mello chegou ao Flamengo com o clube devendo quase R$ 800 milhões. Com árduo trabalho de redução de custos e pagamento de dívidas, o Rubro-Negro, aos poucos, passou a contratar estrelas. A primeira delas, em 2015, foi Paolo Guerrero. Na temporada seguinte, Diego Ribas chegou.
Apesar da reconstrução, Bandeira de Mello ganhou apenas um título nacional, a Copa do Brasil de 2013. Então, por conta do fraco desempenho fora das quatro linhas, o grupo do então mandatário não conseguiu se reeleger, dando espaço para Rodolfo Landim.
COMO ESTÃO OS OUTROS CLUBES?
O ex-presidente relembrou os convites de Corinthians, Vasco e Palmeiras. Os dois primeiros vivem grave crise financeira e dificilmente disputam os títulos nacionais com chances de conquista. Já o Alviverde, graças a Crefisa, de Leila Pereira, passou a ser um ‘novo rico’ do futebol nacional.



