Saúl esteve em evento de lançamento do filme ‘Zico, o Samurai de Quintino’
No passado, na base do Flamengo, todo meio campo ‘loirinho’ tinha a chance de ser o ‘novo Zico’. Porém, a cobrança rompe fronteiras e também acontece na Espanha. O meia rubro-negro Saúl contou que o pai e o irmão o cobravam para ser como o maior ídolo do Mengão. O espanhol fez a revelação na noite desta segunda-feira (30), durante a pré-estreia do filme ‘Zico, o Samurai de Quintino’, no Rio de Janeiro.
— Conheço Zico (como jogador) do que falaram para mim. Para mim, o momento mais marcante foi quando o conheci no Calderón (Vicente Calderón, estádio do Atlético de Madrid). Tive a oportunidade de tirar uma foto com ele, todos falaram que era uma das maiores lendas do mundo —, iniciou Saúl.
— Meu pai e meu irmão falavam que eu tinha que ser como ele. Eu não sabia por que, talvez porque tinha o cabelo grande. Não vi jogar, vou ver agora, no filme. Ele é uma lenda não só pelo que fez no gramado, mas pelo que faz fora. Deixou um legado muito maior do que o futebol —, acrescentou.
QUEM MAIS ESTEVE NO FILME DO ZICO?
Além de Saúl, outros jogadores do Flamengo comparecem a um shopping na Barra da Tijuca para prestigiar Zico: Lucas Paquetá, Jorginho, Pedro e Léo Ortiz. Ex-zagueiro e ex-auxiliar do Mengão, Rodrigo Caio também marcou presença, assim como o presidente do Rubro-Negro, Luiz Eduardo Baptista, o Bap.
— O Zico é um dos monstros do futebol mundial. Se tivesse jogado 20 anos para frente, provavelmente o mundo o reverenciaria. Ele poder registrar isso num filme, com a tecnologia avançada, é muito bacana. Flamengo e Zico estão ligados de maneira única, e é muito legal esse reconhecimento a ele —, afirmou Bap.
COMO É O FILME ZICO, O SAMURAI DE QUINTINO?
A reportagem do Coluna do Fla marcou presença nas pré-estreias do filme no Recife e em Brasília. Nossa equipe teve a oportunidade de acompanhar a obra em primeira mão, que traz, em ordem cronológica, todos os passos do Galinho, desde a origem familiar até os dias atuais ao lado dos netos.
As principais conquistas no Flamengo, claro, recebem destaque, como os títulos do Brasileiro de 1980, 82, 83 e 87, passando por Libertadores e Mundial de 81. Mas o filme também relata os momentos difíceis, como a grave lesão no joelho em 1985 e as duras derrotas nas Copas do Mundo de 1982 e 1986.



