Reforma tributária pode reduzir benefícios e incentivos nos esportes olímpicos
O Flamengo publicou, neste sábado (09), um vídeo no canal oficial (YouTube) que declara luto no esporte olímpico. Isso porque o Rubro-Negro diz que as modalidades estão em risco por causa de uma reforma tributária que impõe tarifas aos clubes esportivos.
No conteúdo, o apresentador João Guilherme conversa, por exemplo, com a judoca Rosicleia Campos, que alerta para a ociosidade infantil com o encerramento das atividades. “Os clubes não formam só atletas, formam seres humanos”, destacou a esportista.
Que reforma tributária pode prejudicar os esportes olímpicos?
A Lei Complementar 224, de 2025, expôs as entidades esportivas sem fins lucrativos a uma carga tributária maior do que a das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). Enquanto as SAFs recolhem 6% sobre a receita bruta, as organizações associativas, que reinvestem todo o superávit na formação de atletas e projetos sociais, perderam benefícios históricos.
Qual é o alerta da Flamengo TV (YouTube)?
O advogado Felipe Cavalcante, do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), explicou que, a partir de 2027, clubes como o Flamengo serão tributados em 11%. “Não queremos a melhoria, só queremos a manutenção do que temos”, afirmou o especialista.
O Flamengo tem esportes olímpicos?
Neste ano, o Rubro-Negro encerrou a canoagem e o remo paralímpico. Contudo, o Mais Querido manteve a ginástica artística, judô, nado artístico, natação, polo aquático, remo, vôlei e basquete.


