Vasco queria mandar no Maracanã o jogo contra o Boca Juniors (ARG), em 20 de outubro, pela semifinal da Sul-Americana
A Justiça negou a liminar do Vasco contra o consórcio do Maracanã, gerido por Flamengo e Fluminense. O time cruzmaltino queria mandar no estádio o jogo contra o Boca Juniors (ARG), em 20 de outubro, pela semifinal da Sul-Americana. A decisão é da juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco, da 2ª Vara Cível do Rio, nesta segunda-feira (05).
O QUE A JUÍZA DECIDIU?
Segundo a ESPN, a magistrada considerou que a Fla-Flu Serviços S.A. “apresentou justificativas técnicas formalizadas para a recusa”. “Não cabe ao Judiciário, sem prova técnica adequada, decidir quantas partidas o gramado suporta em determinado período”, destacou a decisão.
POR QUE O GRAMADO PESA NA RECUSA?
O argumento do consórcio é o estado do gramado. Isso porque, a troca do piso começou na última segunda-feira, dia 28 de setembro, um dia após o jogo da NFL.
A raspagem do gramado antigo abriu caminho para novos rolos de Bermuda Celebration. O estádio recebeu 58 jogos em 2026, segundo o consórcio, e Rossi e Arrascaeta já haviam criticado o campo.
QUAIS SÃO AS ALTERNATIVAS DO VASCO?
O prazo para informar a Conmebol sobre jogar fora do município do Rio termina nesta segunda-feira (05). No entanto, para outro estádio da cidade, o limite vai até sábado (10).
São Januário não tem os 30 mil lugares exigidos, e o consórcio sugere o Nilton Santos. Contudo, o presidente Pedrinho pretende negociar com Riquelme, do Boca Juniors, o setor visitante, mas a Conmebol precisa autorizar.
O QUE PEDRINHO DISSE SOBRE O CLÁSSICO COM O FLAMENGO?
Por conta deste imbróglio, Pedrinho, presidente do Vasco, quer levar a partida contra o Flamengo, pelo Brasileirão, para São Januário. “Eu já estou avisando que, mesmo tendo contrato, eu vou querer que Vasco e Flamengo no segundo turno seja em São Januário. Eu não vou mais pedir para jogar no Maracanã, pois não sou aceito”, finalizou o dirigente.


